R
R funciona? A forma mais simples de se utilizar o R é através de operações básicas:
Neste caso, o R executa a operação e retorna seu valor na tela.
# Adicao
23 + 4
## [1] 27
# Subtracao
13 - 5
## [1] 8
# Multiplicao
9 * 7
## [1] 63
# Divisao
10/3
## [1] 3.333333
# Exponeciacao
2^5
## [1] 32
# Raiz quadrada
sqrt(16)
## [1] 4
# Arredondar
round(pi, 2)
## [1] 3.14
# Logaritmo (base e)
log(10)
## [1] 2.302585
# Logaritmo (outras bases)
log(10, 10)
## [1] 1O símbolo # é utilizado para adicionar comentários ao código.
<-
<-, atribuições podem ser feitas através =
Na maior parte do tempo, usuários do R utilizam apenas o operador <- para atribuições, enquanto o símbolo de igualdade (=) é reservado para indicar os argumentos dentro de uma função.
Os objetos criados são armazenados na memória e atualizados a cada nova atribuição:
renda_dom para armazenar o valor da renda total aproximada do seu domicílio.n_pessoas o número de pessoas que moram no seu domicílio.renda_pc.03:00
Para listar todos os objetos armazenados na memória, basta utilizar a função ls()
Para excluir ou remover um objeto, utilizamos a função rm()
R
Um pacote é um conjunto de funções que servem para uma dada finalidade. Cada pacote possui uma documentação própria explicando sua funcionalidade e exemplos de uso.
R
Para instalar um pacote específico no R, fazemos:
Em algumas situações, uma função com o mesmo nome pode estar vinculada a diferentes pacotes. Neste caso, utilizamos o símbolo ::, como em pacote::funcao().
Dessa forma, evitamos confusão quanto ao uso de funções homônimas.
A função rm(list = ls()) remove todos os objetos em uso na memória, mas mantém os pacotes carregados. Para limpar todo o ambiente, devemos reiniciar a seção:
Seção > Reiniciar SeçãoCrtl + Shift + F10
Veremos as principais estruturas de dados do R:
A construção de vetores (conjunto de valores) é feito através do operador c():
# Características dos participantes
idade <- c(19, 21, 23, 24, 25, 31, 33)
idade
## [1] 19 21 23 24 25 31 33
sexo <- c("M", "M", "F", "F", "M", "F", "M")
sexo
## [1] "M" "M" "F" "F" "M" "F" "M"
aluno_econ <- c(TRUE, FALSE, FALSE, TRUE, TRUE, T, F)
aluno_econ
## [1] TRUE FALSE FALSE TRUE TRUE TRUE FALSE
cra <- c(8.26, 7.18, 8.02, 7.33, 6.79, 9.45, 7.65)
cra
## [1] 8.26 7.18 8.02 7.33 6.79 9.45 7.65Para determinar a classe de um vetor, utilizamos a função class()
As classes definem a forma de armazenamento na memória. Por exemplo, um vetor de números inteiros requer menos espaço de armazenamento do que os vetores numéricos.
Para converter manualmente (quando possível) a classe de um vetor, utilizamos as funções as.character(), as.numeric(), as.integer() e as.logical():
Ao combinar dois vetores de classes distintas, o R converte os elementos para torná-los comparáveis:
O novo vetor é formado unicamente por caracteres. Portanto, vetores no R são formado com elementos de uma única classe.
Considere o vetor cra. Podemos fazer algumas operações básicas, tais como:
A função summary() apresenta um conjunto de estatísticas básicas sobre um vetor:
Para obter o tamanho de um vetor, utilizamos a função length():
Outras operações básicas com vetores:
Algumas destas operações não funcionam quando existem elementos faltantes (representados por NA)
Neste caso, devemos remover os dados faltantes da seguinte forma:
Podemos fazer operações com vetores de diferentes tamanhos. No entanto, o R utiliza um regra de reciclagem dos seus elementos:
Note
Equivale a soma de c(1, 2, 3, 1, 2) + c(2, 4, 6, 8, 10)
Nome de objetos:
_ para separar palavras no nome dos objetosCamelCase
O R possui algumas funcionalidades para gerar sequências numéricas:
O R possui dois valores lógicos, TRUE e FALSE. Os operadores de comparação entre dois objetos são:
== igual!= diferente< menor que> maior que<= menor ou igual que>= maior ou igual queSeguem alguns exemplos de como são feitas as comparações entre dois valores:
Para selecionar um ou mais elementos de um vetor, utilizamos o operador [ ]
Para exluir elementos do vetor, utilizamos o sinal - antes do indexador da posição
Podemos utilizar operações lógicas para selecionar elementos em um vetor
É possível selecionar elementos por nome, através da função names()
=, +, -, <-, etc)Considere o vetor lista_vegana <- c("maca", "banana", "laranja", "kiwi", "batata", "brocolis")
lista_vegana possui?laranja
|
kiwi baseado na sua posição no vetortomate ao vetor.05:00
Uma matriz é simplesmente um vetor com dimensões. Para entender o conceito de matrizes, considere um vetor único com receita e despesa de três municípios:
Podemos criar uma matriz através da função matrix().
Para selecionar um elemento de uma matriz, devemos informar os índices relativos à linha i e à coluna j através do operador [i,j]. Por exemplo:
Além disso, podemos atribuir nomes para as linhas e colunas de uma matriz:
É possível criar matrizes através da junção de colunas (cbind) ou linhas (rbind):
É possível criar matrizes através da junção de colunas cbind() ou linhas rbind():
Algumas operações usuais com matrizes são as seguintes:
x, y e z com inteiros, cada um com 3 elementos. Combine os três vetores para formar uma matriz A (3 × 3), onde cada coluna representa um vetor. Altere os nomes das linhas para a, b e c.numeric. Converta o vetor em uma matriz B (4 x 3) usando matrix(). Preencha os elementos por linha ajustando o argumento byrow = TRUE.B e multipique pela matriz original B. Qual a dimensão da matriz obtida?10:00